Fonte: (autoral feito à mão no Chatgpt) Hoje de manhã, quando fui levar meu filho Tauã na creche, saímos meio que atrasados e descemos pelo elevador às pressas. A perua (termo coloquial para um veículo tipo van/kombi) já estava no portão e o chinelo do menino caiu no chão bem na hora errada. A mensagem em minha mente era clara: eu tinha que correr. Perder a perua significava me atrasar para chegar no emprego, que significa desconto na folha de pagamento (R$540,00), que significava atraso nos boletos, empréstimos, limites de cartão de crédito, “Jogo do Tigrinho” como última alternativa e outras tantas problemáticas que envolvem a sociedade do desempenho. Porém, todavia, entretanto, Tauã “cagou pra tudo isso” e, com apenas um pezinho descalço tocando o chão frio do estacionamento, soltou a frase de maneira simples e espontânea: — Hummm. Que ventinho gostoso! Ele abriu os braços para o ar e fechou os olhinhos após dizer a frase sapiencial (ris...